Educação e ensino de geografia
O estudo de geografia procura
desenvolver no aluno a capacidade de observar, identificar, comparar,
interpretar, analisar e pensar a realidade com criticidade, nesse sentido, o
estudo dessa disciplina deve partir de praticas pedagógicas que permitam o
desenvolvimento das capacidades de refletir acerca da realidade, compreendendo
a relação sociedade-natureza e homem-natureza, suas transformações por meio do
trabalho, produzindo o espaço geográfico.
Na sala de aula, o professor deve
planejar situações didáticas que valorizem a leitura da paisagem, pois assim
pode-se reconhecer seus aspectos naturais, sociais , econômicos e culturais e a
interação entre estes. Esta leitura pode acontecer por meio da observação
direta (um espaço visitado pelos alunos), ou indireta (que compreende leitura
das imagens).
Segundo os
Parâmetros Curriculares Nacionais (2000) não é adequado realizar um estudo geográfico
desvinculado da territorialidade ou extensão do fato estudado. Pode-se
trabalhar também com a observação e descrição, mas além disso, é preciso
um momento de explicação, para que haja
de decomposição dos elementos sociais e naturais, buscando aprender mais de
suas interações.
E mapas?
Bom, a leitura de mapas se restringe apenas a localizar rios ou cidades
distantes. O mapa é uma representação codificada de um determinado espaço real,
logo, ler mapas significa dominar o sistema semiótico, essa linguagem
cartografia, que deve passar por preocupações metodológicas tão sérias quanto a
de se ensinar a ler e escrever, contar e fazer cálculos matemáticos.
Por: Bárbara Proença.
Referência consultada: “Educação e ensino de geografia”;
Apostila Metodista: Projeto Político Pedagógico, Prática Docente, Pesquisa.
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