quarta-feira, 23 de novembro de 2011

ALFABETIZAÇÃO ILUSTRADA

Por: Jessica Ferreira

DE PROFESSOR PARA ALUNO....

                  http://www.youtube.com/watch?v=Bi_xX7YbGZk&feature=player_detailpage#t=249s


Uma Criança Com Seu Olhar 

Charlie Brown Jr.

Aqui estou na difícil missão de levar a você
Uma mensagem que possa ser
Como uma luz ou um mantra, nós não somos mais crianças.
Um dia acontece, a gente tem que crescer
Temos que encarar a responsa
Eu não deixei de achar graça das coisas
Simplesmente...
Hoje eu quero ser levado a sério
As coisas mudam sempre, mas a vida não é só como eu espero
Existe um dom natural que todos temos
Nossas escolhas vão dizer pra onde iremos
Mas se for pra falar de algo bom
Eu sempre vou lembrar de você
Difícil não lembrar do que nunca se esqueceu
Fácil perceber que seu amor é meu
Difícil não lembrar do que nunca se esqueceu
Fácil perceber que meu amor é seu
Eu quero estar amanhã ao seu lado quando você acordar
Eu quero estar amanhã sossegado e continuar a te amar
Eu quero um sonho realizado, uma criança com seu olhar
Eu quero estar sempre ao seu lado, você me traz paz
Aqui estou na difícil missão de levar a você
Uma mensagem que possa ser
Como uma luz ou um mantra, nós não somos mais crianças
Um dia acontece, a gente tem que crescer
Temos que encarar a responsa
Eu não deixei de achar graça das coisas
Simplesmente...
Hoje eu quero ser levado a sério
As coisas mudam sempre, mas a vida não é só como eu espero
Eu quero estar amanhã ao seu lado quando você acordar
Eu quero estar amanhã sossegado e continuar a te amar
Eu quero um sonho realizado, uma criança com seu olhar
Eu quero estar sempre ao seu lado, você me traz paz
Armadilhas do tempo são como o vento
Levando as folhas para lugares distantes
O meu pensamento é o mesmo que o seu
Mas hoje meu coração bate mais forte que antes
Certa vez na história
Eu vim de muito longe só pra ver você
Fui pra muito longe pra encontrar você
Eu te entreguei minha alma.

http://letras.terra.com.br/charlie-brown-jr/1475865/

Por: Adria Micaele

HQ

E agora ja sabemos onde esta o dinheiro da educação... 40.000 de auxílio paletó!

                            <http://ribeirobr.blogspot.com/2011/06/mafalda-tirinhas.html>



            Por: Adria Micaele, Bárbara Proença, Jéssica Ferreira e Mariana Riquetto

HQ


"Ai daqueles que pararem com sua capacidade de sonhar,de invejar sua coragem de anunciar e denunciar.Ainda daqueles que, em lugar de visitar de vez em quando o amanhã pelo profundo engajamento com o hoje, com o aqui e o agora, se atrelarem a um passado de exploração e de rotina " Paulo Freire



                                 Por: Mariana Riquetto

BRASIL

E o poeta disse...
“Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra.” (Bob Marley)
Onde e como esta no currículo escolar o negro, o índio e o nordestino? Ideologicamente situados? E o que dizer da cultura da miscigenação, o respeito às diversas culturas responsáveis pela formação da cultura atual, a voz daqueles que foram silenciados pela história e calados pela dominação eurocêntrica?

                       http://revolucionarioimaginario.blogspot.com/2011/09/educacao-inclusiva.html

                                    Por: Jessica Ferreira e Mariana Riquetto

INCLUSÃO

                                 A arte de Incluir
“A educação inclusiva pressupõe que as crianças se desenvolvem melhor num ambiente diverso e complexo, com múltiplas experiências de vida e de relações. A metáfora da inclusão é a do caleidoscópio, porque: “o caleidoscópio precisa de todos os pedaços que o compõem. Quando se retira os pedaços dele, o desenho se torna menos complexo, menos rico. As crianças se desenvolvem, aprendem e evoluem melhor em um ambiente rico e variado” (Elizabete Cristina Costa-Renders)
Resumo de COSTA-RENDERS, Elizabete Cristina – Panorama Educação Inclusiva
A educação inclusiva, rompe com o paradigma assistencialista da educação especial e propõe uma nova epistemologia que considera a complexidade humana em sua diversidade e dignidade.
Nestes termos, entendemos que uma visão sistêmica possibilita a superação de preconceitos tanto em relação à potencialidade da pessoa com deficiência, quanto em relação à convivência construtiva que os educandos estabelecem entre si, com ou sem diferenças, na instituição comum de ensino. A diversidade, então, passa a ser vista como parte integrante da natureza e da espécie humana.
O paradigma da inclusão tem como metáfora o caleidoscópio, que é um instrumento que só funciona com todos os pedaços, que tem como objetivo analisar um sistema educacional que se constrói a partir da diversidade de seus alunos, ou seja, a escola é que vai se adaptar e construir novas abordagens pedagógicas a partir das diferenças.
  A inclusão da pessoa com deficiência  no sistema educacional, portanto, exige uma mudança de foco – tira de vista o foco da limitação para a potencialidade humana, do desrespeito às diferenças para a valorização destas diferenças. Este movimento dá visibilidade à pessoa em questão e, por conseguinte, aos empecilhos sociais que a mesma enfrenta, em sua vida cotidiana, para se colocar em sociedade. A inclusão propõe um movimento de transformação social no sentido de romper as barreiras que se colocam no caminho das pessoas com deficiência, pois geralmente, a deficiência incapacita a pessoa quando esta esbarra nos empecilhos sociais.
                         Por: Mariana Riquetto

terça-feira, 22 de novembro de 2011

PEDAGOGIA DO TRABALHO

O pedagogo fora da escola
Este profissional tem competência para trabalhar na área de Recursos Humanos, pois a pedagogia vive a procura de estratégias para garantir uma melhor aprendizagem, tendo como alvo principal gerar mudanças no comportamento das pessoas para que possam melhorar seu perfil profissional e pessoal.
            O pedagogo, neste caso, vai ter que ter uma visão mais crítica e visionária, capaz de se adaptar a mudanças, mais flexível e que se apresenta  de maneira teórica e prática a função da área de treinamento e desenho pessoal.
            A este profissional cabe a função de provocar mudanças comportamentais nas pessoas envolvidas a fim de favorecer o lado do funcionário, quanto à motivação, e a empresa, que se mantém com pessoas qualificadas, obtendo mais lucro e melhores resultados.
                                                           Por: Bárbara Proença
Bibliografia http://www.infoescola.com/industria/toyotismo

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

ÁFRICA


Cultura Africana X Desenvolvimento Social
A cultura da África reflete a sua antiga história e é tão diversificada como foi o seu ambiente natural ao longo dos milénios.
O povo africano sofreu e ainda sofre muito não só aqui neste país como em diversos outros países. Sua luta é diária não só pela sobrevivência, mas também pela discriminação de sua cultura e igualdade social.
O histórico da população africana e afrobrasileira é muito mais que uma gratidão aos milhões de mulheres e homens que forneceram as bases culturais e técnicas para a emersão do que hoje chamamos nação brasileira. Os africanos contribuíram – e muito - para o desenvolvimento social no Brasil
           Graças ao líder Martin Luther King, que  para que a vida de muitos dos perseguidos fossem poupadas. Ele é um exemplo do qual não se deve desistir de sonhar, ele sonhou e conquistou a liberdade de sua raça.
O discurso de Martin Luther King na véspera do seu assassinato é uma mensagem de esperança aos seus irmãos negros, em um país dominado pelo racismo. Devemos ter mais pessoas como Martin idealizados e sonhando com dias melhores.
                         Por: Bárbara Proença

             Vídeo do Martin Luther King – I have a dream...
                             http://www.youtube.com/watch?v=siTs-8zbaq8

DESAFIOS

 
Violência escolar

Nos dias de hoje, a relação família-escola, a violência, a orientação sexual e o ensino religioso são alguns dos temas que, transversalmente, influem no cotidiano escolar. Entendo que a educação tem a ver com a vida, tanto a família quanto a escola tem papel fundamental na formação de futuros cidadãos e cidadãs.
            Então, precisamos nos perguntar, como educadores, como a violência nos atinge. Evidentemente, romper os ciclos de violência escolar é um desafio posto a toda a equipe que trabalha na escola, nesse sentido, não podemos falar de problemas contemporâneos no cotidiano escolar sem nos remetermos aos temas transversais postos nos Parâmetros Curriculares Nacionais, pois estes “permeiam necessariamente toda a prática educativa que abarca relações entre os alunos, entre professores e aluno e entre diferentes membros da comunicação escolares”. (PCN’s; 30)
            ‘É isso que eu sinto ao ver as conversas sobre qualidade total em educação. As  crianças estão lá, para serem transformadas em coisa deliciosa. Temo, entretanto que em vez de sopa de tartaruga, na maioria das vezes o que temos ao final é angu queimado e frango encruado. Enquanto a gente vai mastigando aquela coisa horrorosa, preparada depois de muito sofrimento, os especialistas, com um sorriso amarelo, nos informam: foi feita em panelas da melhor qualidade, importadas...’ (Rubem Alves)

Bibliografia: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro01.pdf

                                               Por: Jessica Ferreira.

                                                          

PONTE ESTAIADA


                       Ideologicamente projetada
O espaço vivido consagra desigualdade e injustiças, pois as determinações sociais, o lugar onde o individuo está, são condicionados pela disposição geográfica de tais, ou seja, seu valor vai mudando em função das diferenças de acessibilidade.
Saúde, moradia, ingresso no mercado de trabalho e uma educação de qualidade, são “luxos” apenas para alguns, aqueles que conseguem atravessar a ponte! Afinal, nela não passam ônibus...
Então, qual será a razão de que indivíduos dotados da mesma capacidades e virtualidades, têm valor diferenciado de acordo com o lugar em que se encontram?
                               http://www.baixaki.com.br/papel-de-parede/34656-ponte-estaiada-sp.htm

                                                Por: Mariana Riquetto

INCLUSÃO SOCIAL


            A importância da dança pra o deficiente visual

A visão é um dos sentidos mais importantes para o ser humano. Nos proporciona um conhecimento de mundo, interagimos, nos comunicamos, e é essencial no processo de coordenação dos movimentos. Mas é possível que tudo isso aconteça com um deficiente visual? Até que ponto existe limitações? De todas as deficiências, a cegueira é a que mais priva o ser humano do contato com o mundo externo, principalmente se for cegueira adquirida, já que a pessoa estava acostumada com a própria independência, para o cego de]nascença o desafio é ainda maior como se adequar em um espaço que nunca viu, e como se socializar, com qual linguagem, o movimento é uma forma de linguagem que é estruturada no corpo e o cego se limita apenas a percepção visual, pois os outros sentidos possibilitam aprendizagem como por exemplo a dança.
A dança para o deficiente visual significa superar limites e desenvolve a coordenação motora, o equilíbrio, a confiança, postura, construção do seu próprio tempo e espaço.
Para o deficiente visual, a dança tem que causar curiosidade e motivação para alcançar os objetivos, possibilitando a exploração do ambiente e do corpo em movimento, já que quanto maior a exploração desse movimento, maior será a compreensão das noções de lateralidade e mobilidade. Porem não basta o cego querer dançar, há toda uma carência para que isso de fato aconteça: a dificuldade de encontrar profissionais especializados, e espaços inadequados também é um desafio.
Para a dança ser compreendida pelo deficiente visual é necessário praticar movimentos corporais usar o toque como visão, a audição para sentir, e o tato para perceber a relação com o corpo, já que o mesmo se comunica. O contato com a dança não precisa ser restrito, tudo pode se aprender, desde que haja vontade, nesse sentido, a dança pode ser vista como terapia, estabelecendo o ato de aprender e fazer da dança uma experiência transformadora.
                                               Por: Adria Micaele

Bibliografia consultada http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/article/view/3592/4263

OCCUPY WALL STREET


                                      Por uma outra sociedade
    A demanda da atual sociedade não possibilita o pleno exercício da cidadania, ela é mutilada, pois vemos que o modelo cívico é subordinado ao modelo econômico, partimos da economia para o cidadão, não do cidadão para a economia. Na sociedade capitalista, a busca é pelo status e não mais por valores, prega-se um modelo econômico como redentor, sendo que este é responsável pela desigualdade, pela mutilação dos diretos do cidadão, consagra as diferenças de acessibilidade e alimenta a parcialidade.

                              http://www.forbes.com/sites/jamesmarshallcrotty/2011/10/18/before-occupy-wall-street-i-too-was-a-revolutionary/
Os poderosos estão destruindo o mundo, despedaçando as novas gerações” -(manifestante de “ Occupy Wall Street”)
SANTOS , Milton - Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro - Record, 2000.
              Por: Mariana Riquetto

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

FRASE DA SEMANA


“É preciso atrair violentamente a atenção para o presente do modo como ele é, se sequer transformá-lo. Pessimismo da inteligência, otimismo da vontade”.
                                    Gramsci
                                          Por: Jéssica Ferreira.

HISTÓRIA

O ensino de história

Com o ensino de história pretende-se desenvolver com o aluno a capacidade de observar as realidades que estão no seu entrono, além de estabelecer relações, comparações e reativações dos homens ao longo dos tempos e espaços.
   O conteúdo de história para o primeiro ciclo deve evidenciar as diferentes histórias pertencentes ao espaço vivido pelo aluno, porém dimensionadas em diferentes tempos. Estudos de grupos sociais e de seu convívio diário podem ser introduzidos, sobre por exemplo, uma comunidade quilombola que habitava a mesma região onde hoje moram os alunos.
   Os conhecimentos históricos tornam-se significativas quando contribuem para que os alunos reflitam sobre suas vivências e produções humanas. Um excelente professor de história não só mostra o caminho, como ensina a caminhar, logo, a sala de aula é um lugar especial para reelaboração de saberes, e um especialista em ensinar a ver muito mais que “olhar”.
                              Por: Jéssica Ferreira
Referências consultadas: “Como bem ensinar”; Apostila Metodista: Pedagogia-projeto político, Pratica docente, Pesquisa.           

ALFABETIZAÇÃO


                    Aos passos da aprendizagem

“A textos que devem ser lidos ao ritmo de uma criança pulando corda e dando risadas”. (Rubens Alves)

A aprendizagem refere-se a um processo que se dá ao decorrer de nossa vida. Uma mudança permanente no comportamento baseada na experiência, sendo assim, pode ser entendida como novo conhecimento a cada idade que passamos.
A escola deveria, antes de ensinar a escrever, investigar o que os alunos esperam da escrita, pois esta, independentemente de sua forma, tem como objetivo primeiro, permitir a leitura.
A escrita compreende diversos pontos específicos de estruturação do discurso de coesão, argumentação, organização das idéias, etc. E se diferencia de outras formas de representação do mundo porque induz a leitura, e motiva a esta; pois quando se escreve, é para alguém ler, o que proporciona diversas interpretações do que este escrito, não pelo puro prazer de fazê-lo, mas para realizar algo escrita indica.
Muitas vezes os alunos não conseguem desenvolver o gosto pela escrita porque ficam preso a norma padrão (formalidade) e isso não quer dizer que não se deva respeitar as regras, mas despertar o aluno para a aprendizagem da escrita, de forma que haja a conscientização do próprio aluno em relação a sua aprendizagem.
A leitura é uma forma de interpretação da escrita, que consiste em traduzir os símbolos escritos em fala. Logo, o ato de ler é condicionado pela escrita, mesmo que a restrição seja somente semântica.
Algumas sugestões dos PCN´s - LP ( Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa) são: ajudar a desenvolver habilidades de revisar, de revisar, apresentação de diversas propostas de textos, produção de textos orais, pesquisa e outras atividades. Dessa maneira, podemos instigar a vontade de ler dos alunos.
                                       Por: Adria Micaele
Bibliografia: Apostila de Alfabetização

GEOGRAFIA


                    Educação e ensino de geografia

O estudo de geografia procura desenvolver no aluno a capacidade de observar, identificar, comparar, interpretar, analisar e pensar a realidade com criticidade, nesse sentido, o estudo dessa disciplina deve partir de praticas pedagógicas que permitam o desenvolvimento das capacidades de refletir acerca da realidade, compreendendo a relação sociedade-natureza e homem-natureza, suas transformações por meio do trabalho, produzindo o espaço geográfico.
            Na sala de aula, o professor deve planejar situações didáticas que valorizem a leitura da paisagem, pois assim pode-se reconhecer seus aspectos naturais, sociais , econômicos e culturais e a interação entre estes. Esta leitura pode acontecer por meio da observação direta (um espaço visitado pelos alunos), ou indireta (que compreende leitura das imagens).
            Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (2000) não é adequado realizar um estudo geográfico desvinculado da territorialidade ou extensão do fato estudado. Pode-se trabalhar também com a observação e descrição, mas além disso, é preciso um  momento de explicação, para que haja de decomposição dos elementos sociais e naturais, buscando aprender mais de suas interações.
            E mapas? Bom, a leitura de mapas se restringe apenas a localizar rios ou cidades distantes. O mapa é uma representação codificada de um determinado espaço real, logo, ler mapas significa dominar o sistema semiótico, essa linguagem cartografia, que deve passar por preocupações metodológicas tão sérias quanto a de se ensinar a ler e escrever, contar e fazer cálculos matemáticos.

                                                        Por: Bárbara Proença.

Referência consultada: “Educação e ensino de geografia”; Apostila Metodista: Projeto Político Pedagógico, Prática Docente, Pesquisa.

CORDEL


Alfabetizar e atualizar.

Algumas pessoas
Não tiveram a oportunidade de se alfabetizar
Então procuraram a EJA
Para se atualizar
Aprender a ler e escrever
Para a vida melhorar.

Cada aluno tem sua história
E o professor tem de ser criativo
Ter estratégias diferentes
Para não se tornar algo cansativo
Pois os alunos se esforçam
E não merecem aulas sem sentido.

O professor enfrenta vários desafios
Um deles é o material inadequado
Que às vezes ou quase sempre
É infantilizado
Por isso a EJA precisa de atenção
Para ter um melhor resultado.

Trabalhar com assuntos do cotidiano
Para facilitar o aprendizado
Os alunos se interessam mais
E não ficam cansados
Pois a maioria vai pra escola
Depois de um longo dia de trabalho.

No final o trabalho é recompensador
É uma alegria presenciá-los
Lendo e escrevendo
História que antes só sabiam contar
E com orgulho eles falam
Que procuraram a EJA para se alfabetizar.

Por: Adria Micaele, Bárbara Proença, Jéssica Ribeiro e Mariana Riquetto.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

FILME

                                            http://www.youtube.com/watch?v=Qx2UkaC-4Bk

 Sinopse de “Taare Zameen Par”- 2007 ( Como estrelas na terra) – Cinema Indiano


 O filme se passa na Índia e conta a história de um menino hiperativo, que não presta atenção às aulas, mas gosta de desenhar; acaba por ficar sempre de castigo. Achando que seu filho não conseguirá se adaptar mais a escola, o pai manda o menino  para um colégio interno.
            O ensino lá é muito tradicional e militar. Na aula de artes, há um professor que corrige os alunos com palmatória, mas que é substituído por um professor que estimula a criatividade dos alunos, e acaba por descobrir que o menino tem dislexia.
            O garoto passa a aprender de uma forma diferente, onde é estimulado por varias características inspiradoras, e para saber mais dessa belíssima história sobre alfabetização, vejam o filme “Como estrelas na Terra”

                                  Por: Jéssica Ferreira

FRASE DA SEMANA

" Os cozinheiros que não levam a sério a importancia do prazer na comida que servem, logo perdem o emprego. infelizmente, entretanto, o mesmo não acontece com os professores e filosofos. Quando o aluno não aprende, o culpado é sempre o estômago do aluno, que é acusado de incompetência digestiva."
               Rubem Alves.                                                                                                  Por Bárbara Proença.                                                                                                                     

REFLEXÃO

                                                              http://www.youtube.com/watch?v=JO-nzWf92rM&feature=related


Qual futuro deixaremos para nossas crianças? o que as crianças de hoje pensam sobre o país? muito alem do futuro que queremos deixar, qual o futuro que elas querem ter?
                                       Por Bárbara Proença.

RESENHA

Resenha: ALMEIDA, Rosangela D. de; PASSINI, Elza Y.O espaço geográfico, ensino e representação
     Por Adria Micaele, Bárbara Proença, Mariana Riquetto e Jessica Ferreira.
Este livro vem contar sobre a geografia e sua aplicação na escola. Logo, destaco alguns trechos que considero importante aos educadores.
O desenvolvimento da concepção de espaço inicia-se antes do período de escolarização da criança. Sabemos que o professor do primeiro grau pouco aprende em sua formação que o habilite a desenvolver um programa destinado a levar o aluno a dominar conceitos espaciais e sua representação.
A representação do espaço através de mapas permite ao aluno atingir uma nova organização estrutural de sua atividade prática e da concepção de espaço. A ação para que o aluno possa entender a linguagem cartográfica não está em pintar ou copiar contornos, mas em “fazer o mapa” para que, acompanhando metodologicamente cada passo do processo, familiarize-se com a linguagem cartográfica.
O espaço é para a criança um mundo quase impenetrável. Sua conquista ocorre a medida que for atingindo alterações quantitativas de sua percepção espacial e uma conseqüente transformação qualitativa  em sua concepção de espaço. A realidade é o ponto de partida e de chegada. De sua observação o aluno deve extrair elementos sobre os quais deve refletir e a partir disso, ser levado a construção de conceitos.
Percebemos que a disciplina de geografia ainda é transmitida nas escolas sem o real conceito, pois, como a autora mesmo diz, não é só completar mapas mudos, e pintar as regiões do Brasil. Mas, a autora também comenta sobre a má formação dos professores sobre o ensino de geografia.
Será que os professores entendem a Geografia? Sim, pois para que ensine algo, é preciso compreender seu papel na sociedade, de onde surgiu, como surgiu, pra que era usada, entre outros fatores que fazem toda a diferença na vida do ser humano.
Estudos comprovam que o cérebro só compreende aquilo que faz sentido a ele, então pergunte-se: Onde fica a nascente do Rio Amazonas? Quantos são os rios brasileiros? Quais seus nomes e afluentes? Não é preciso decorar tudo isso, pois não é o que utilizamos todos os dias, e como meu professor mesmo disse, por que quando encontramos um profissional no ensino de geografia começamos a fazer perguntas chatas, que eram feitas a nós quando crianças? Exemplo: Quantos são os estados brasileiros? Qual o nome de todas as cidades do estado de São Paulo?
Reflita: a geografia é só isso? Por que as perguntas não são: como você acha que deveria ser ensina a disciplina de geografia na escola? Como as crianças poderiam obter mais conhecimento sobre espaços? Como devo ensinar uma pessoa a ler uma mapa? Todos esses são questionamentos que nos fazemos todos os dias, mas quando nos deparamos com pessoas que tem essas respostas, nós simplesmente queremos testá-las sobre conhecimentos que, dependendo do caso, não nos serão úteis.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

MUSICALIZANDO

                                      http://www.youtube.com/watch?v=uwDRty6NT6g

video que mostra a personalidade e a indentidade dos brasileiros. 
                                             Por Jessica Ferreira.

REFLEXÕES

                      A autonomia de ser educador

Por Adria Micaele, Bárbara Proença, Jéssica Ferreira e Mariana Riquetto 
 
Dentro do processo educativo há dois agentes básicos: educador e educando. O elo entre essas duas figuras é o conteúdo, que é a relação educador-educando na inteira verdade de sua face contraditória e diversa, bem como  das suas múltiplas determinações.
Dentro deste contexto, se faz um verdadeiro educador aquele que sempre esta a disposição de ser educado, ou seja, que possua uma disposição permanente e sistemática de aprender com sua própria prática
O dicionário Aurélio define docência como ato de ensinar, e discência como ato de aprender. Considerando tais definições, e o fato de que nós, seres humanos, somos seres inacabados e em constante processo de aprendizagem, fica claro que para que o professor adquira uma prática docente significativa, este precisa estar em contato de uma forma constante com a arte de aprender, ou seja, se considerar um eterno aprendiz, ser  aluno insaciável e professor incansável, também fazer a leitura critica cotidiana do conjunto de acontecimentos reais que acontecem diante de nossos olhos
       Sendo assim, é de grande importância ter a consciência de que a educação do mundo precede a educação das palavras, e ensinar exige criticidade, ou seja, não é transferir ou depositar conhecimento, mas sim criar condições para sua construção, pois educar é humanizar e não materializar.
      Educar também é sempre uma aposta no outro, e dentro deste contexto, o educador é aquele que buscará sempre crer para ver, e fazer isso implica em este ver em cada educando o que têm de comum com todos os demais, o que ele é, o que traz de bom, o que já sabe e o que é capaz de fazer, não permitir que preconceitos impeçam de ver a criança ou jovem diante dele, reconhecer a importância de considerar os conhecimentos prévios dos educandos e ser exigente, de forma cabível.
       Considerando o exposto, fica claro que o educador não é uma figura neutra, nem suas concepções de mundo, homem e conhecimento, juntamente com seus instrumentos de trabalho, pois por meio de suas escolhas, este empreende a opção por uma teoria do processo ensino-aprendizagem e do processo educativo em sua inteireza.
      O educador que “pensa certo”, o que envolve a rejeição de qualquer forma de discriminação, transparece aos educandos a beleza que é estar no mundo, intervindo e conhecendo-o, e se faz por reforçar a capacidade crítica, insubmissão e curiosidade destes, corre riscos e aceita o novo para renovação de sua pratica docente. Pensar certo, do ponto de vista do professor, implica respeitar tanto o senso comum, quanto incentivar a criatividade, e para que ocorra uma prática docente crítica, o movimento dialético entre o fazer e o pensar sobre o fazer, é fundamental.
Sendo assim, a maior contribuição na formação permanente dos professores é a reflexão crítica sobre a prática que esta interligada à raiva necessária na educação, sendo esta uma raiva que protesta contra as injustiças, deslealdade, desamor, exploração, violência, etc. 
“Sem descobrir, com as próprias entranhas, essa verdade essencial, a gente pode tornar-se um funcionário da educação, mas jamais um educador.” (COSTA, 1990:22)

CULTURA INDÍGENA

                                   Identidade Cultural
                           Por: Mariana Riquetto
A valorização da cultura indígena e a importância do índio como principal protagonista da história do Brasil. Essas são algumas das lições que devem ser aprendidas no contexto escolar, pois desde seu primeiro contato com o mundo, as crianças estão imersas em um universo cujo qual a cultura é parte integrante deste. Elas participam de uma série de situações que envolvem a construção de suas identidades, onde o espaço, sociedade e história que os norteiam é parte desta construção.
Haja vista essa importância, em março de 2008, a Lei nº. 11.465/08, tornou obrigatório o ensino sobre a história e culturas indígenas dentro do currículo escolar. E é exatamente esta vivência que favorece a construção de conhecimentos prévios, que fazem parte de uma educação que precede as palavras, e do respeito e valorização da própria cultura, onde esta incluído o índio e outros povos responsáveis pala formação da cultura e povo brasileiro, e das demais, e diferentes etnias, raças, cores, etc.
Uma aprendizagem realmente significativa consiste de o professor agir como facilitador dos processos nela envolvidos e assim possibilitar a formação pessoal e social das crianças, fornecer espaço para que se amplie o conhecimento de mundo destas e para construção de suas identidades e respectivas autonomias, valorizando o respeito e apreciação da identidade cultural. (MIZUKAMI, 1986).

ENTREVISTA

                        O sentido da plena educação
 Por: Mariana Riquetto
 “Ler e escrever não são suficientes para perfilar a plenitude da cidadania” (Paulo Freire)
            De acordo com o site Wikipedia, a Educação de Jovens e Adultos se define: modalidade de ensino da rede escolar pública brasileira e adotada por algumas redes particulares que recebe os jovens e adultos que não completaram os anos da educação básica em idade apropriada por qualquer motivo”. Qual pedagogia dá sentido a esta “modalidade” de ensino? É apenas este o significado da EJA?
A escola, que por fatores sociais e históricos, é caracterizada por uma pedagogia de opressão, deve-se fazer construtora, através de uma práxis libertadora, onde docentes junto aos educandos, se sintam partícipes em transformar esta realidade, pois “é impossível a educação sem que o educando se eduque a si mesmo no próprio processo da sua libertação”.( Paulo Freire)
Deste modo, torna-se possível que mudem-se os caminhos anteriormente percorridos pela escola, pela avaliação das anteriores práticas e problematização do futuro. “A desproblematização do futuro numa compreensão mecanicista da História, de direita ou de esquerda, leva necessariamente à morte ou à negação autoritária do sonho, da utopia, da esperança” (Freire, 1996:81).
A educação em seu sentido mais pleno é ética, sendo esta comprometida com a vida humana, com os direitos das pessoas, à sua dignidade, esperança, etc.
Tal ética é inseparável da prática cotidiana dos sujeitos, é o meio que se utiliza para auxiliar o oprimido na sua conscientização por meio de uma consciência critica, tornando o processo educativo uma prática para a liberdade.
Com base na informações acima, segue entrevista com Riani Rodrigues Teixeira - funcionária UMESP/ Aluna da EJA - 6° ano (Ensino Fundamental):
M -Como você tomou essa decisão, de voltar a estudar?
R- “ A Metodista prefere que todo mundo termine os estudos, e como eu tinha para há muito tempo, estou com 42 anos e tinha parada com 15, ai eu resolvi voltar.”
M- E como são os conteúdos da EJA?
R- “ Os professores passam[os conteúdos] de uma maneira fácil, explicam, mas o que eu vejo é que o pessoal tem muita dificuldade, acho que pelo tempo que ficaram fora da escol. Eles têm dificuldade de ler e escrever, porque o brasileiro não têm o hábito de ler. Eu fiquei muito anos sem estudar, mas eu amo ler. Inclusive, a gente fez um trabalho, mas eu tive que apresentar sozinha, porque leram e a professora disse que não estava entendendo nada e pediu para que eu lesse. Eu vejo dificuldade nas pessoas, e não nos professores – eles são pacientes, explicam tudo direitinho. Têm matemática, geografia, português, história, inglês, ciências, arte, tem tudo.”
M- E os professores deixa espaço para os alunos para o aluno para participar e perguntar, caso haja duvida?
R- Deixa, explica, inclusive semana passada a profª falou que ia fazer um ditado para ver onde esta a dificuldade do pessoal para dar aula de reforço. Depois ela vai trazer a resposta, para o pessoal que não esta conseguindo: deixa de colocar o "L", troca o "M"...
M- E você já alfabetizada, não é?
R- Já, eu aprendi a ler com 7 anos, porque queria ler os gibis. Já entrei na escola sabendo ler.
M- E têm alguém da sua sala que não é alfabetizado?
R- Sim. Teve até um dia que peguei na mão de um homem para ensinar a letra "A", os "as" dele pareciam o "9". Eles têm muito dificuldade. São pessoas mais velhas, de 50 e poucos.
M- E onde você têm aula, fica perto da sua casa?
R- Fica sim, fica a uns 15 minutos. Mas das outras pessoas não. Elas têm um cartão que a prefeitura dá, e eles ganham a passagem.
M- E você encontrou muitas dificuldades? Sabemos que não é fácil a rotina! Como é a sua?
R- Minha rotina é levantar ás 4:30 da manhã, ir trabalhar, chego ás 16:30, arrumo a casa, faço janta, tomo banho e vou pra lá...e assim sempre.
M- É bem cansativo não é?
R- É sim, mas esta valendo a pena!
M- Vale a pena então?
R- Sim, vale a pena! Lá também têm lanche pra quem quer, mas não gosto de jantars, então... Levam a gente no teatro, esses dias teve um orquestra lá, muito lindo! Acho que a prefeitura se empenha bastante, pra EJA ter um bom resultado.
M- E você pretende fazer alguma coisa depois que concluir a EJA? Como uma granduação, técnico, etc?
R- No momento estou muito cansada (risadas). Mas quando terminar o 3º ano...quero fazer um curso técnico.
M- E você me disse que tem uma filha...
R- Sim, ela é muito inteligente. Esses dias ela foi pra Curitiba, porque ganhou as Olimpíadas Brasileira de Língua Portuguesa, ganhou um computador do Diário do Grande ABC, e agora ela acabou de passar numa prova para ela trabalhar na escola que ela estuda, no laboratório.
Desta forma, “deve ficar claro que a EJA engloba muito além que as questões educacionais, ela engloba a vida em sociedade e devem ser levadas em conta as questões biopsicossociais e as intempéries socioeconômicas, políticas e a diversidade cultural que rodeia cada vida, que luta a cada dia, em busca de dignidade e justiça. Acreditamos que deve haver mais divulgação desse trabalho para que a EJA não seja vista mais como sendo a educação dos fracassados, mas sim a educação dos corajosos que mesmo na dificuldade estão aqui, lutando” e acreditando no mundo e em si mesmos.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

SARAU


                                  Erro de Português
“Quando o português chegou
Debaixo de uma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena!
Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
                                      
O português.”   Oswaldo de Andrade       

Por: Jéssica Ferreira

CIFRA

Musica:Tu Tu Tu Tupi
Hélio Ziskind
Cifra por Barbara.
Musica que aborda a cultura indigena que existe em cada um de nós.
A     E
Tu Tu Tu Tu
 A      E
Tu Tupi

D
Todo mundo tem
         A
um pouco de índio
D               A
dentro de si
D               A
dentro de si
D
Todo mundo fala
  A
língua de índio
D                 A
Tupi Guarani
D               A
Tupi Guarani

F#m                              Bm
E o velho cacique já dizia
G
tem coisas que a gente sabe
          E
e não sabe que sabia    e ô e ô

G                                    A
O índio andou pelo Brasil
         G                                       D
deu nome pra tudo que ele viu
       G                                    D
Se o índio deu nome, tá dado!
       G                             D
Se o índio falou, tá falado! 
        G                       
Se o índio chacoalhou
                  E
tá chacoalhado! e ô e ô

Chacoalha o chocalho, Chacoalha o chocalho, vamos chacoalhar, vamos chacoalhar
Chacoalha o chocalho, Chacoalha o chocalho, que o índio vai falar:

A
Jabuticaba Caju Maracujá
Pipoca Mandioca Abacaxi
    D           A
é tudo tupi
   D           A
tupi guarani
A
Tamanduá Urubu Jaburu
Jararaca Jibóia
Tatu
Tu Tu Tu
    D        A
é tudo tupi
 D          A
tupi guarani
G
Arara Tucano Araponga Piranha
       A
Perereca Sagüi Jabuti Jacaré
Jacaré Jacaré
quem sabe o que é que é?
      C                    B              Bb
- ...aquele que olha de lado...
é ou não é?
       G                            D
Se o índio falou tá falado
        G               
se o índio chacoalhou
             A
tá chacoalhado e ô e ô
F                        
Maranhão Maceió , Macapá Marajó
Paraná Paraíba, Pernambuco Piauí
G
Jundiaí Morumbi Curitiba Parati
É tudo tupi
A
Butantã Tremembé Tatuapé, Tatuapé Tatuapé
quem sabe o que é que é?
         G           D        E
- ...caminho do Tatu...

sábado, 29 de outubro de 2011

FRASE DA SEMANA


                                            
   "A educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tão pouco a sociedade muda."
                                    Paulo Freire                                        
                                               Por: Adria

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

FAZER PENSAR


Video que relata o codidiano escolar para que alunos, professores e familia repensem o futuro da educação.
                                         Por: Adria Micaele

NÓS


DedicAção

Certo dia quatro meninas
Se conheceram na faculdade
Então, a partir desse dia
Nasceu uma linda amizade
Pensam ate que são irmãs
Separadas na maternidade

Para quem não as conhece vamos apresenta las
Começando pela Jessica, mais conhecida como Kinha
Adora desenhar, mas vive no mundo da lua
Como é ingênua essa menina
Mas tem o coração tão grande
Apesar de ser pequenina

Tem também a mariana
Que parece uma princesa
Sempre será uma menina
Por mais que ela cresça
Sonha com um mundo melhor
Ninguém tira isso de sua cabeça

Já a Barbara é forte como o nome
Tem cara de brava
Mas com jeitinho
Logo ela se acalma
Pois sabe que pelas amigas
É muito querida e amada

A Adria tem o jeito serio
Mas quem a conhece, sabe que é uma palhaça
Faz todo mundo rir
Mostrando musicas engraçadas
E já disseram por ai
Que essas quatro juntas não valem nada

Isso é uma grande injustiça!
Mas quem quiser saber mais agora
Não deixem de acessar o blog
Que tem o nome de dedicAção
Também tem esse cordel, que acabamos de fazer
E ficara para sempre na memória!

Por Adria, Barbara, Jessica e Mariana.